Por Diogo Ferreira

Durante o 3º Encontro do Poder Judiciário, ocorrido no dia 26 de fevereiro em São Paulo, que reuniu os presidentes de todos os tribunais brasileiros, foram estabelecidas 10 metas prioritárias para o ano de 2010. Além das metas o CNJ definiu algumas ações estratégicas, dentre elas a “criação de centro de capacitação de servidores”.

A capacitação de servidores e magistrados tem sido foco de preocupação do CNJ nos últimos anos. Em 2009 a Meta 6 estabelecia “capacitar o administrador, de cada unidade judiciária, em gestão de pessoas e processos de trabalho, para imediata implantação de métodos de gerenciamento de rotinas até 31 de dezembro”. Já em 2010, a Meta 8 estabelece “promover cursos de capacitação em administração judiciária, com no mínimo 40 horas, para 50% dos magistrados”. Outras ações nesse sentido foram: a criação do Plano Nacional de Capacitação, a realização do 1º Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário e a oferta de cursos de Desenvolvimento de Competências Gerenciais e Gestão de Pessoas e Processos.

Temas relacionados a treinamento e capacitação foram discutidos no 4º Congresso de Educação Corporativa, realizado em março deste ano em São Paulo. Foram apresentados casos de sucesso de empresas como Nestle, Coca-Cola, McDonald´s, Banco do Brasil, Oi, Petrobrás, Banco Central, CEF, Sebrae, entre outras. Ao participar desse evento tive a oportunidade de conhecer diversos modelos de Universidades Corporativas – UCs, suas estruturas e fases de implantação. Tudo isso me fez refletir sobre a possibilidade de o centro de capacitação de servidores funcionar como uma universidade corporativa do Poder Judiciário. Esse artigo discutirá as bases para a criação de uma universidade corporativa, fazendo um paralelo com o centro de capacitação de servidores.

para ler mais, acesse: http://www.cnj.jus.br/estrategia/index.php/universidade-corporativa-do-poder-judiciario-sonho-ou-realidade/

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