Um dos hospitais particulares mais conceituados do País, o Albert Einstein passa por processo de expansão, com plano diretor orçado em R$ 1,5 bilhão para se modernizar ainda mais e ampliar o atendimento para além de sua sede, no bairro do Morumbi, em São Paulo.

Uma das estratégias da instituição é intensificar a descentralização de sua atividade. O hospital acaba de inaugurar a unidade Perdizes-Higienópolis e está com obras em andamento para a construção de filial em Alphaville, que deve ser aberta em setembro e que será duas vezes maior do que suas instalações atuais nesse bairro da cidade de Barueri.

Atualmente, a rede de atendimento compreende nove unidades – Morumbi (hospital, medicina diagnóstica, ensino e pesquisa), Jardins (exames e medicina preventiva), Alphaville (medicina diagnóstica, consultórios), Morato (centro de educação em saúde), Perdizes-Higienópolis (diagnósticos e saúde da mulher), Vila Mariana (residencial, para idosos) e Paraisópolis (ambulatório). Há ainda parcerias com o setor público, como a gestão do Hospital Municipal Moyses Deutsch, no bairro Jd. Ângela, na Capital.

A sede, no Morumbi, vem nos últimos anos passando por reformulações. No ano passado, a capacidade instalada, de 75 mil m², foi duplicada para 150 mil m², além do aumento do número de leitos, de 489 para mais de 700.

OBSESSÃO
Os investimentos incluem não apenas a expansão física, mas também aquisições de equipamentos. Segundo Cláudio Luiz Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein, mantenedor do hospital, a excelência da instituição se deve a uma conjunção de fatores, entre as quais “o compromisso com a obsessão pela qualidade”.

Para ele, isso significa tecnologia de ponta aliada ao capital humano diferenciado. O dirigente faz questão de frisar a importância da capacitação oferecida ao quadro de funcionários. “Temos uma universidade corporativa e 1.500 colaboradores fazendo cursos”, afirma.

RESPONSABILIDADE
Outro ponto de honra para o hospital são as iniciativas sociais. Lottenberg elenca 45 ações, entre as parcerias no atendimento com a disponibilização de profissionais nas UBS (Unidades Básicas de Saúde), equipes de saúde bucal e núcleos de apoio à saúde da família. Ele destaca: “Não é caridade, é justiça social.” Lottenberg assinala que esse é um compromisso. À frente da presidência voluntariamente (sem receber por isso), ele se divide entre as responsabilidades do cargo e a atuação como oftalmologista no hospital.

A preocupação com o social fez com que o médico assumisse desafios no setor público. Em 2005, ele foi secretário de Saúde do município de São Paulo. Ele cita que a experiência foi boa. “A esfera pública também ensina algo à iniciativa privada: por exemplo, a trabalhar com recursos enxutos”, diz.

Fonte: www.dgabc.com.br

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