Segundo a pesquisa “O Retrato do Treinamento no Brasil 2013”, o orçamento de T&D, em relação ao ano anterior, cresceu em média 15,3%. Novas tecnologias e treinamento de lideranças foram temas que mereceram destaque
 
Alfredo Castro, da MOT, durante apresentação em que falou sobre a pesquisa
 
São Paulo, 17 de dezembro de 2012 – Os resultados da pesquisa “O Retrato do Treinamento no Brasil 2013” foram apresentados ao público na última semana de novembro, durante o Congresso da ABTD – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. A pesquisa é realizada anualmente pela MOT – Treinamento e Desenvolvimento Gerencial –, promovida pela ABTD e publicada pela Revista T&D há sete anos. A pesquisa auxilia empresas de vários setores a direcionar seus investimentos e ações estratégicas em T&D com base em suas necessidades organizacionais. A pesquisa apontou que os orçamentos para investir em T&D devem crescer, em média, 15,3% em relação ao ano passado, o que representa um aumento maior do que o PIB do país. Entretanto, Alfredo Castro – diretor-sócio da MOT, que também é diretor da ABTD e apresentou a pesquisa – aponta para a tendência da diminuição dos treinamentos formais, uma vez que aumentam, a cada ano, os recursos tecnológicos para suportar treinamentos informais. O diretor-sócio da MOT explica ainda que o treinamento informal se caracteriza pelo intercâmbio de informações e trocas de experiências entre os profissionais de uma organização, sem a formalidade de um treinamento tradicional. “O conhecimento não é uma via de mão ú nica. Todos ensinam e aprendem com todos. Mas como esse tipo de treinamento é difícil de ser registrado, ele é mais intangível. Entretanto, o treinamento informal afeta os indicadores de número de horas de treinamento formal realizadas por ano”.
Neste ano, os resultados de “O Retrato do Treinamento no Brasil” mostraram que são cinco os temas que as empresas pesquisadas consideram prioritários para os programas de treinamento: liderança (80%), qualidade e/ou atendimento ao cliente (41%), comunicação (38%), segurança e/ou treinamento obrigatório (24%) e tecnologia da informação  (19%).“Em um cenário como o brasileiro, a capacidade de uma corporação treinar e reter seus talentos é cada vez mais importante. Liderança não é uma habilidade aprendida na faculdade. Liderar é uma ação que exige conhecimento prévio de um assunto específico e um exercício para liderar pessoas. Por isso, para esse tipo de habilidade, usa-se mais o treinamento presencial&rdqu o;, pondera Castro.
Outro dado mostrado pela pesquisa que merece atenção é o fato de 25% das empresas pesquisadas usarem tecnologia móvel (mobile learning) em programas de desenvolvimento,sendo que 18% do investimento anual em T&D estão relacionados diretamente à utilização de recursos tecnológicos. Ao mesmo tempo, o treinamento presencial clássico continua sendo utilizado como ferramenta – é o único processo de T&D para 24% das empresas pesquisadas. Enquanto isso, 53% das empresas ouvidas preferem o blended learning – utilização de recursos mistos.
A combinação destes dados aponta para uma tendência de multiplicação e integração de diferentes mídias para tornar o treinamento mais atrativo e versátil, atendendo a diferentes gerações e estilos de aprendizagem – ou seja, contemplam tanto a quem prefere soluções mais tecnológicas quanto mais tradicionais. “Este é um reflexo de uma nova realidade nos ambientes corporativos: a convivência de até quatro gerações diferentes de profissionais, cada um com suas características próprias e necessidades específicas para o aprendizado”, analisa Castro.
A pesquisa registrou, ainda, que 84% dos colaboradores das empresas participantes participaram de programas formais de T&D. “É preciso dividir o investimento destinado a T&D para todos os níveis profissionais e não privilegiar apenas gerência ou supervisão. A abrangência deve ser levada em conta.”, afirma o consultor.
Castro ressalta que, apesar de muitos resultados positivos, a pesquisa mostrou que a relação entre investimento em T&D e o faturamento das organizações pesquisadas mostra um índice médio de 0,8%. “O aceitável seria entre 1% e 1,5%. Algumas empresas gastam 8 vezes mais com impostos do que com treinamentos. Mas o investimento em T&D potencializa a capacidade de aumento da criatividade dos colaboradores, o que tende a levar a um aumento de faturamento. Quanto mais conhecimento, maior o faturamento. Por isso, é preciso investir”, acredita.
Sobre a MOT
 
A MOT – Treinamento e Desenvolvimento Gerencial – é uma empresa de soluções em treinamento, desenvolvimento e gestão de pessoas. Desenvolve programas, palestras, projetos e processos de mudança para levar seus clientes – empresas dos mais variados segmentos – a conquistar competitividade e excelência de desempenho em seus mercados. Formada por uma equipe de cerca de dez profissionais, a MOT é liderada pelos diretores-sócios Alfredo Castro e Valéria José Maria.
Sobre Alfredo Castro
 
Um especialista em desenvolver equipes. Assim pode ser definido Alfredo Castro, profissional com formação em Engenharia e pós-graduação em Finanças. É Lead Assessor da ISO 9000 e possui especialização em Qualidade, Psicologia e Eficiência Organizacional pela DDI, American Supplier Institute e Euroquest (EUA). Atua também como professor de cursos de MBA da FIA/USP, palestrante e escritor, além de prestar consultoria pela MOT – Treinamento e Desenvolvimento Gerencial, da qual é diretor-sócio.
Castro é membro do Advisory Committee da ASTD (American Society for Training and Development) em Washington e preside o Conselho da entidade no Brasil. É também diretor técnico da ABTD – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento –, membro de comissões do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – e membro do Conselho de Administração de algumas organizações no Brasil e no exterior.
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Fonte:http://www.jornaldiadia.com.br

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