Bom dia amigos leitores do meu site, compartilho com vocês um artigo bem interessante sobre 1a Gerência publicado no site http://www.trainingindustry.com.

Boa leitura!

Claudio Moreira

Por William Gentry “Bill”*

Gerentes de primeira viagem: "Não sou eu, é você"Alguma vez você já foi preterido? Se sim, qual foi a desculpa? Se você quer admitir ou não, as respostas a estas duas perguntas são mais do que prováveis:

  1. “Sim”
  2. “Não é você, sou eu”

Reorganize as palavras dessa desculpa, e você encontrará uma filosofia eficaz de liderança: “Não sou eu, é você.”

Pense nisso. Muitas pessoas já se sentiram assim antes do seu primeiro trabalho gerencial:

Fui recompensado desde que eu era um garotinho em minhas próprias contribuições individuais (as minhas notas na escola, minhas fitas azuis, meus prêmios). O primeiro trabalho que eu tive, provavelmente, foi inteiramente baseado em minhas próprias habilidades. E, na verdade, eu provavelmente fui promovido a partir de um papel de contribuição individual, conquistei minha primeira função gerencial por causa das habilidades técnicas que eu tenho e da quantidade de trabalho que eu posso fazer. É tudo sobre mim.

Mas, muitos gerentes de primeira viagem lutam com o seu novo papel gerencial porque as habilidades individuais e trabalho que fez com que fossem promovidos à gerentes não é o que trará o sucesso futuro como um gerente. “É tudo sobre mim” não funciona mais. Em vez disso, os novos gestores devem concentrar as suas energias não em fazer o trabalho, mas, alavancar o trabalho dos outros. Eles devem depender dos outros, confiar nos outros e motivar os outros. Eles têm que se concentrar menos em si mesmos. Eles devem puxar menos os holofotes sobre si mesmos, e mais em seus subordinados diretos. Em suma, “Não sou eu, é você.”

Para ser eficaz em suas funções de liderança atuais e futuros, os gerentes de primeira viagem precisam focar nas competências e habilidades exploradas abaixo:

  • Influência : As pessoas tendem a influenciar os outros do jeito que gostam de ser influenciados. Se usam fatos, números e dados para obter o seu compromisso, então você tende a usar fatos, figuras e dados ao influenciar os outros. É apenas natural. No entanto, se as pessoas que trabalham para você são seduzidas menos “na cabeça” e mais “através do coração” analisando a forma como a decisão afetará a sua própria vida ou de trabalho, os seus próprios valores, suas próprias crenças, ou as pessoas ao seu redor, então todos os dados no mundo não vão convencê-los. Você como gestor tem que pensar “Tenho de influenciá-lo não com base em minhas preferências, mas da maneira como eles gostam e querem ser influenciados … Não sou eu, é você.”
  • Comunicação : As pessoas se comunicam com os outros da maneira que eles gostam de se comunicar. Se você quer “apenas os fatos” e quer ouvir apenas o mínimo, então provavelmente você tende a ter as mesmas conversas,direto-ao-ponto, em linha reta com o seu subordinados diretos. No entanto, muitos (talvez especialmente, as pessoas que você vai gerenciar) quer ouvir mais, querem ser envolvidos em conversas e decisões, e querem ser ouvidos. Então você tem que falar com eles e estar ciente das mensagens verbais e não verbais que estão enviando. Você como gestor tem que pensar “eu tenho que falar com você do jeito que você quer ser comunicado … Não sou eu, é você.”
  • Treinamento e desenvolvimento dos outros : a maior parte do seu tempo como um gerente deve ser gasto desenvolvendo sua equipe, não fazendo o trabalho real que você costumava fazer, mesmo se você acha que pode fazê-lo mais rápido e melhor. Se você não dá a seus subordinados diretos a oportunidade de brilhar, você não só está adicionando mais uma “estrelinha à seu caderno” (você não está mais sendo recompensado com o primeiro lugar), você está implicitamente dizendo “Eu não confio em você para fazer o trabalho. Os gestores que realmente mentoram, treinam e desenvolvem seus próprios subordinados diretos são vistos como melhores e mais desenvolvedores. Gestores que atuam desta forma estão se concentrando menos em si mesmos, e mais em seus próprios seguidores, ajudando-os a ser o melhor que podem ser. Você como gestor tem que pensar “eu tenho que evitar fazer o trabalho, mas ajudar, orientar, treinar  e desenvolver. Eu tenho que fazer o que puder para torná-los bem sucedidos … Não sou eu, é você. “

Assim, todas as gerentes de primeira viagem devem reorganizar essas cinco pequenas palavras. Adotar a mentalidade de “Não sou eu, é você” vai ajudar os gestores a serem mais eficazes e bem sucedidos – agora e no longo prazo.

*William Gentry “Bill”, Ph.D., é cientista e sócio da empresa  Center for Creative Leadership.

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