Flatiron School, desenvolvendo novas habilidades como uma equipeBom dia amigos leitores do meu site, como vão? Compartilho com vocês algumas coisas interessantes que li numa matéria do site http://99u.com sobre a Flatiron School, uma pequena escola de programação em Nova York que idealizou uma forma de reinventar a educação pela formação da próxima geração de programadores de computador.  Trata-se de um belo exemplo do poder da aprendizagem colaborativa.

O credo máximo da Flatiron é “A única maneira de se tornar um bom programador é, programando”, o que pode ser visto na forma como as aulas são conduzidas. Por exemplo, todas as manhãs iniciam com a história do “programador do dia.” Se a aula é sobre bancos de dados eles aprendem que o criador do banco de dados moderno, Edgar Codd, foi motivado por uma aposta feita em um bar local. Avi Flombaum, um dos fundadores da escola diz que “É muito mais fácil se lembrar de algo se você aprender como uma história como parte do contexto “. Concordo com Flombaum, quantas vezes em nossos ambientes de trabalho recebemos uma demanda que carece de contextualização, surgindo do nada como por encanto? qual sua origem? qual seu motivo? onde se encaixa no todo? dizer que deve ser feito “porque deve ser feito” soa anos 70 demais para um tempo em que a inteligência e não a obediência cega fazem a diferença.

Flombaum também incita seus alunos à compartilhar seus progressos, promovendo reuniões diárias de stand-up, onde cada equipe deve apresentar seu progresso. Ele diz que fazer os alunos enfrentarem seus pares os fez muito mais focados e estruturados, já que ninguém quer fazer uma má apresentação. Reuniões para apresentar o progresso? Não digo que seja raro nas empresas, mas quantos de nós podemos dizer que este tipo de reunião faz parte da nossa rotina? Façamos uma enquete com nossos pares sobre o teor das reuniões e veremos que, além de improdutivas, na maioria das organizações elas ocorrem pelos motivos errados.

Em Flatiron os alunos se acostumam a não ser “o cara mais esperto da sala.” Faz sentido, já que a maioria das indústrias criativas se move a uma velocidade vertiginosa, e nessas condições é preciso abraçar a aprendizagem ao longo da vida , juntamente com a falha ocasional. Você trabalha numa industria que inova sempre? Sofre pressão para ser criativo e rápido? Morrer de medo de errar não pode fazer parte do cardápio, certo?

Gostei muito dos exemplos da Flatiron School, sou fã da aprendizagem colaborativa e vibro quando vejo uma história de sucesso envolvendo estes conceitos. Para saber mais sobre a Flatiron School acesse http://flatironschool.com/

Boa semana!

 


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