Trabalho e aprendizagem tornam-se cada vez mais atividades convergentes, uma realidade inequívoca que traz consigo a necessidade de adaptação da infra-estrutura de aprendizagem corporativa hoje focada no tradicional modelo de seminários baseados em especialistas do treinamento. Centros de aprendizagem informal como conteúdo on-demand, discussões on-line, wikis e fóruns, e arquivos de conteúdo pesquisável podem conviver em total harmonia com os modelos tradicionais de ensino/aprendizagem.

Estamos falando de um “hub” de trabalho social, onde todos os funcionários e parceiros externos podem vir a colaborar, compartilhar informações, obter informações e fornecer atualizações e fazer perguntas, algo que não exige novos sistemas, apenas as redes sociais existentes, se a empresa já tem uma.. Quando chega a hora de construir o seu centro de aprendizagem colaborativa e social, algumas dessas aplicações de consumo são simples de reproduzir internamente, havendo, claro, a necessidade de verificar se sua infra-estrutura de colaboração inclui estas funções mínimas:

1)Perfis,

2)Espaços de Trabalho,

3)Fluxo de atividades,

4)Wikis ou notas;

5)Plataformas de reuniões virtuais

6)Acesso móvel.

Ao desenvolver sua plataforma é fundamental manter um compromisso da empresa com sua nova filosofia de aprendizagem. As redes não são só um ambiente de aprendizagem, eles são também o lugar onde os problemas são resolvidos, descobertas são feitas, e novos conhecimentos são criados.

11 Recursos de apoio à aprendizagem colaborativa no trabalho

Promover uma aprendizagem colaborativa no trabalho é mais do que simplesmente adicionar ferramentas de mídia social na tradicional caixa de ferramentas de treinamento. Ela exige uma mudança de paradigma que impulsiona novos comportamentos que, por sua vez, apoiam e reforçam a colaboração. Os elementos de uma tal mentalidade de mudança podem ser testemunhado através destes 12 indicadores:

  1. Alterar o foco de ser um provedor de treinamento para ser um facilitador de aprendizagem.
  2. Reconhecer que a aprendizagem ocorre em todos os lugares – em contextos formais, bem como em situações informais e sociais, e cabe ao aluno a tirar proveito de suas próprias oportunidades de aprendizagem.
  3. Auxiliar as pessoas com as habilidades necessárias para coletar, interpretar e utilizar o conhecimento de forma eficaz em uma rede.
  4. Trabalhar com equipes para identificar a causa raiz de problemas de desempenho e não prescrever automaticamente o treinamento como solução.
  5. Ficar longe do pensamento “assentos preenchidos significa sucesso”, e concentrar-se nos resultados de desempenho.
  6. Entender que a aprendizagem colaborativa requer alguma estrutura e orientação.
  7. Aceitar que o conteúdo não tem que ser “perfeito” e compartilhado de cima para baixo, e que o usuário comum pode conhecer ferramentas muito eficazes para a aprendizagem.
  8. Permitir que os alunos criem e administrem as suas próprias comunidades de prática.
  9. Orientar as equipes sobre como usar suas habilidades de colaboração dentro do seu contexto de trabalho, não necessariamente a formação deles.
  10. Promover ligações em toda a organização.
  11. Reconhecer que a colaboração e o compartilhamento do conhecimento, bem como as ferramentas que po viabilizam, devem ser integradas com as ferramentas fortaleçam o poder da empresa.

 

Para saber mais, leia Jane Hart Blog “12 Features of Supporting Social Collaboration in the Workplace”


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