Por Dan Pontefract,

5 casos de uso do YouTube para fins corporativos nas organizaçõesExistem algumas maneiras de aproveitar o YouTube como experiência para seus funcionários. É sempre bom contar com ferramentas gratuitas para disseminar conhecimento dentro da empresa. Uma vez que você adotou a partilha de vídeo na empresa, quais são as formas eficazes de utilização dentro de sua organização?

1) Aprendizagem Social

A melhor maneira de usar o compartilhamento de vídeo é promovê-lo como uma ferramenta de aprendizagem entre os seus funcionários, não apenas como vídeos de aprendizagem profissional pagos, de fornecedores externos, mas também vídeos gerados por usuários (funcionários) que são criados sobre qualquer tema pertinentes. Há muito acontecendo dentro de sua organização – e através das mentes brilhantes de membros de sua equipe – que pode ser gravado através do uso de webams, capturas de tela ou câmaras. Ele pode ser facilmente carregado e compartilhado para aumentar a inteligência coletiva de todos. Isso é um aprendizado social.

2) Comunicação Executiva

Você está cansado de ler e-mails longos articulando a necessidade de cortar despesas operacionais como viagens ou aprendizagem? E se uma plataforma de compartilhamento de vídeo fosse usada ara transmitir os mesmos pensamentos? Será que a mensagem seria interpretada de forma diferente, talvez mais positivamente? Se a sua plataforma de compartilhamento de vídeo vem com comentários ou um fórum de discussão que também oferece a oportunidade de um diálogo real, certamente os resultados serão superiores. Monólogos são muitas vezes interpretados como hierárquicos, uma maneira mais gentil e mais colaborativa no qual transmitir notícias deste tipo poderia ser através de um vídeo simples, criado numa webcam.

3) Comunicação Corporativa

Fora das Comunicações Executivas feitas pelo pessoal de gerência sênior há comunicação adicional que precisa ser compartilhada também. Como isso é feito hoje? Geralmente feito através de e-mails com uma dose ímpar de boletins de intranet acoplados. E se os vídeos fossem utilizados para complementar algumas das modalidades supracitadas? Imagine boletins de webcam curtos gravados e emitidos aos colaboradores através de sua página de perfil pessoal ou e-mail? Esta partilha de vídeo poderia facilmente ajudar a interpretação de comunicações corporativas e poderia até mesmo ser feita de uma forma mais criativa.

4) Curadoria de Aprendizagem

Se os vídeos dos colaboradores gerados poderiam ser chamados de aprendizagem social – como descrito a partir do número um na lista acima – há uma oportunidade para usar o aplicativo de compartilhamento de vídeo para cura e postar vídeos de pessoas de fora da sua organização. Há muito conhecimento “lá fora” então por que limitar-se a organizações de aprendizagem profissional ou funcionários?  O TED , por exemplo, tem muitos vídeos curtos que você pode inserir em sua plataforma. É claro que isso traz à tona a questão sobre curadoria.  Por que não há vídeos gerados por usuários de fora de sua organização? Por que não estão sendo postadas em seu site de vídeo? Há muito conteúdo de vídeo livre – e global – lá fora que pode ser curado e reutilizado para seus próprios funcionários.

5) Reconhecimento da equipe

Uma forma definitiva ainda impressionante de tirar proveito de um sistema de compartilhamento de vídeo é através do reconhecimento dos funcionários. Imaginem postar vídeos do melhor resultado do trimestre de vendas sempre. Claro, um e-mail pode ser bom, mas se um vídeo curto for criado pelo Chefe de Vendas e compartilhado com toda a organização, ele pode ter um impacto significativo sobre o vendedor e seus colegas. Imagine um vendedor que ganhou um prêmio de prestígio e o gestor de sua unidade de negócios registra um pequeno vídeo parabenizando tal realização. Isso seria envolvente e impressionante.

Estamos em uma época de intensa utilização de vídeos dentro de nossas organizações, há muitos benefícios para adicioná-los como parte de sua cultura empresarial, incluindo os 5 listados acima.

Dan Pontefract é autor do livro “Flat Army: Creating a Connected and Engaged Organization” e um apaixonado por liderança, aprendizagem e empresa 2.0.

Adaptado de : http://www.danpontefract.com


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