Bom dia! Estava lendo um interessante artigo da Hedda Bird, uma matemática com MBA na Universidade de Warwick, e fundadora 3C, empresa de gestão de desempenho, sobre treinamento experiencial. No artigo, Hedda afirma que a essência da gestão de desempenho é garantir que todos estejam fazendo o que a organização precisa que se faça, da maneira que precisa ser feita, e que as pessoas devem ficar melhores a cada ano. É sobre pessoas e não sobre procedimentos. Hedda afirma que o melhor procedimento não terá qualquer impacto sobre as pessoas, se os gestores envolvidos não puderem se comunicar com os membros da equipe de forma eficaz e para isso os gestores precisam ser equipados com as habilidades adequadas para envolver e motivar as pessoas.
Nada mais natural, mas é à partir daí que Hedda passa a advogar a causa dos treinamentos experienciais, lançando mão de metodologias que tirem as pessoas da posição passiva e os coloquem na posição de protagonistas do próprio aprendizado. Vibro com isso! Não há formato melhor de capacitação do que aquele em que as pessoas levantam de suas cadeiras e agem, fixando o aprendizado de forma permanente. Hedda transcorre sobre o formato de teatro interativo, descoberto no início dos anos 1970 por Augusto Boal. Ele usou o formato de teatro / jogo para transformar espectadores passivos em participantes ativos.
O sucesso da metodologia experiencial é simples, geralmente lembramos: 10% do que lemos; 20% do que ouvimos; 30% do que vemos; 50% do que vemos e ouvimos; 70% do que dizemos quando falamos; e 90% do que dizemos quando fazemos algo. Efetivamente por a mão na massa é o que há de mais efetivo no que tange à aprendizagem, ainda mais em nós,adultos, que já temos grande parte de nossas convicções formadas e somos muito mais críticos em relação aos conteúdos à nós ofertados.
Como facilitador adoto esta prática em vários workshops e desenvolvi vivências onde efetivamente tiro todos de suas zonas de conforto (para saber mais acesse o menu à direita do site, Meus Cursos e Workshops).
RPG’s, vivências, dinâmicas, tudo muito bem fundamentado com uma sólida base acadêmica garantem o sucesso dos workshops “mãos na massa”. E aí, vamos praticar?
Para ler o artigo original de Hedda Bird, clique aqui
Boa leitura,
Claudio Moreira