As redes sociais realmente podem servir bem para outra coisa do que o desperdício de tempo. Enquanto a implementação formal de redes sociais e Web 2.0 como instrumentos dentro de intranets corporativas estão ainda na primeira fase, um número crescente de organizações está experimentando-as de maneira informal e se beneficiando do uso desses instrumentos de alavancagem de negócios, segundo o “Leveraging Social Networking & Web 2.0 Collaboration,” um estudo recentemente lançado pelo Human Capital Institute and Cornerstone OnDemand, Inc. Aqui estão alguns achados-chave:

  • Mais de metade das companhias pesquisadas utiliza-se de comunidades de prática, grupos de transmissão de mensagens e conversa instantânea, ou outras aplicações populares inclusive redes sociais corporativas (49 por cento) e blogs e/ou wikis (39 por cento).
  • Segundo a pesquisa da HCI, há uma crescente conscientização entre profissionais de RH e gerência de talentos quanto aos benefícios dessas tecnologias de compartilhamento e aquisição de conhecimento na direção, desenvolvimento, e motivação de funcionários. Isto inclui a melhoria do treinamento informal usando as comunidades da prática (29 por cento) e grupos de discussão (29 por cento) assim como a melhoria nas comunicações via comunidades de prática (42 por cento), e transferência de conhecimento mais rápida via wikis e blogs (26 por cento).
  • Os entrevistados também acreditam que a implementação desses instrumentos permitirá que eles acessem e conservem a memória corporativa e a informação tácita que pode fornecer benefícios organizacionais significativos.
  • Apesar da crescente experimentação e dos benefícios percebidos da Web 2.0 na empresa, as organizações incluídas na pesquisa sentem que a adoção pelo usuário (37 por cento) está entre as suas maiores barreiras na utilização desses instrumentos junto com a falta da integração com redes corporativas ou outras aplicações de negócios identificadas por alguns como um inibidor ao uso do funcionário.
  • “Redes sociais Corporativas e Web 2.0 são instrumentos que podem ter implicações profundas no ciclo de vida dos talentos, na produtividade e compromisso do funcionário, e canalizar a eficácia, bem como a consciência da marca do produto, afetando o bottom line,” diz Allan Schweyer, diretor executivo da HCI e vice-presidente sênior de pesquisa. “Essas novas tecnologias provavelmente estarão entre as aplicações de alta exigência da próxima geração de profissionais.”
  • “É essencial para organizações ir além do falatório sobre novas tecnologias e desenvolver estratégias de implementação práticas que apóiem verdadeiras oportunidades de negócios,” diz Charles Coy, diretor de marketing de produto, da Cornestone OnDemand. “Integrar redes sociais e instrumentos de colaboração com aplicações existentes de aprendizagem e desempenho, regularmente usadas por funcionários aumentará as possibilidades de compromisso e participação.”

Referência: Inside Training Magazine

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