
A pesquisa também perguntou aos profissionais de T&D sobre suas resoluções pessoais de ano novo. 67% disseram que querem desenvolver suas próprias habilidades em 2014, 33% disseram que gostariam de inovar mais, 29% querem ser mais produtivos, 27% gostariam de se sentir mais motivados e 27% gostariam de administrar seu estresse melhor. 22% disseram que gostariam de encontrar outro emprego.
Como facilitador sou suspeito para falar, é ótimo constatar que ao final de uma intensa sessão de capacitação recebemos excelentes avaliações, o que nos motiva, mas também é perturbador saber que sua mensagem nem sempre reverbera com a força necessária no cotidiano da organização cliente, afinal a Avaliação de Reação demonstra que você foi efetivo na tarefa de manter o grupo coeso e focado no treinamento e que todos gostaram da mensagem e da forma como ela foi passada, mas e no dia a dia? Os participantes efetivamente aprenderam o que foi passado e utilizam este conhecimento?
Claro que seria injusto jogar toda a responsabilidade na conta do facilitador, afinal os processos de trabalho e o apoio dos níveis hierárquicos mais altos são peças chave para a aplicação dos novos conhecimentos, mas nós podemos influenciar a continuidade de nossos esforços e auxiliar os gestores a fazer valer os investimentos em T&D. Uma boa providencia é contatar seu cliente um tempo após a aplicação do treinamento para verificar a utilização dos conhecimentos. Estão sendo aplicados? Estão trazendo resultados? se não, porque?
Este porque é poderoso! Traz a compreensão dos grandes gargalos e nos permite aumentar a efetividade do nosso trabalho.
“Nossa pesquisa sugere que os profissionais de T&D reconhecem que eles podem fazer mais para melhorar a sua própria produtividade”, disse Martin Addison, CEO da Video Arts. Sim, podemos e ir além da Avaliação de Reação pode ser um grande começo.
Excelente semana à todos.