Olá amigos leitores do meu site, eu estava lendo um artigo sobre as conclusões da pesquisa ‘Nurturing Talent: building the workforce of the future’ (“Cultivar Talentos: construindo a força de trabalho do futuro”) da Cranfield School of Management no Reino Unido. Dentre os tópicos da pesquisa, um me chamou a atenção. Dra Emma Parry, Reader em Gestão de Recursos Humanos na Cranfield e autora do relatório, apresenta quatro recomendações para as empresas e os decisores políticos para ajudar a tornar os jovens mais atraentes para o mercado de trabalho:
- O currículo escolar deve ser revisto para incluir a aprendizagem relacionada ao trabalho, o que irá garantir que as pessoas mais jovens estejam prontas para o trabalho, deixando o sistema de ensino com as competências básicas de empregabilidade, comportamentos e atitudes necessárias para prosperar no trabalho;
- Deve haver incentivo para as escolas fornecerem informações de alta qualidade, aconselhamento e orientação sobre carreiras e educação de forma imparcial e incluir toda a gama de opções, incluindo vivencias e estágios;
- Medidas precisam ser tomadas para melhorar a situação da educação e da formação profissional, incluindo uma campanha liderada pelo governo para promover o valor do trabalho para pais, professores, crianças e empregadores. Tudo isso vai exigir um período de estabilidade no setor da educação profissional conseguido através de consenso entre os partidos;
- A tecnologia deve ser maximizada, estendendo a sua utilização para além ensino e da aprendizagem. Por exemplo, o fornecimento de suporte tecnológico e mentoring em regiões onde os alunos estão dispersos. É necessário identificar as melhores práticas no uso da tecnologia em toda a indústria e fazer recomendações sobre como isso poderia ser replicado no mercado de trabalho.
Interessante saber que essa discussão se desenrola no velho mundo, certamente uma discussão atual para nós aqui no Brasil. Particularmente gosto muito da ideia de visitas de profissionais nas escolas, cirurgiões, profissionais de designer, quiropatas, advogados, economistas, militares. O contato com estes profissionais pode ajudar nossos jovens no interesse por suas carreiras e fornecer ao mercado trabalhadores apaixonados pelo que fazem.
E vocês, o que acham?
Claudio Moreira
Adaptado de http://www.trainingzone.co.uk