Muitas lágrimas e frustração no seu escritório ultimamente? Se você vive um clima de paz no escritório então desfrute-o feliz, se não, assegure-se que você não está sozinho nesta. Aqui estão alguns destaques do Relatório “O Conflito no Local de Trabalho – Como as Empresas Podem Armar-se para Propserar”, da CPP, Inc., empresa californiana de desenvolvimento humano.
Gerentes acreditam que suas habilidades de administração de conflitos são melhores do que seus empregados pensam que são o que pode estar custando às companhias americanas aproximadamente 359 bilhões de dólares por ano em perdas de mão-de-obra. A pesquisa da CPP concluiu que quase um terço de todos os gerentes entrevistados considera-se experiente em administração de conflitos.
Mas somente um quinto dos funcionários acredita que o seu gerente trata o conflito de forma apropriada.
Aproximadamente 31% dos gerentes acreditam que eles trabalham bem o conflito;
22% dos funcionários não-administrativos acreditam que seus gerentes fazem um grande trabalho ao lidar com as discordâncias;
43% dos empregados não-administrativos acreditam que seus gerentes não tratam o conflito tão bem como deveriam;
23% dos gerentes sentem que não tratam o conflito tão bem como deveriam.
Conclusão da CPP: Se o reconhecimento da existência de um problema for o primeiro passo em direção à solução, este gap pode indicar um problema sério. É até mais grave à luz das conclusões do estudo quanto aos efeitos negativos do conflito no local de trabalho. Segundo o relatório, 14% dos pesquisados faltaram ao trabalho ao menos um dia por estarem abalados devido a uma situação de conflito, com quase um em cada 10 funcionários ausentes além de um dia. 38% dos profissionais de RH deixaram o emprego em conseqüência de um conflito. A maior parte dos conflitos ocorre em equipes operacionais, que podem ampliar o seu impacto no funcionamento de um negócio.
Entre aqueles que investem tempo tratando os conflitos, 81% viram resultados desejáveis como inovações, melhores soluções, e aumento da motivação; 76% viram o conflito levar a um resultado positivo; 41% viram o conflito levar à melhor compreensão dos outros e 29% viram-no levar a uma melhor solução para um problema no local de trabalho.
Pulga Atrás da Orelha: Você está ensinando a equipes de trabalho a rirem em conjunto em tempos estressantes e não puxarem os cabelos uns dos outros? Qual é a sua estratégia para estimular um ambiente de trabalho agradável?
Se Você não Rir Você Gritará
Você alguma vez ficou paranóico pensando no modo como certos funcionários na sua folha de pagamento não sorriem agradavelmente – alguma vez? Não é muito agradável pensar nisto (preferível pensar em aplausos e otimismo) mas você certamente conhece funcionários que não só não sorriem e dizem “olá” para os outros como também emitem más vibrações, tais como olhar suspeitosamente um colega de cima a baixo, levantar as sobrancelhas em vez de uma expressão facial amistosa; e às vezes olhar em qualquer direção menos na da pessoa. A simples idéia de sorrir e dizer “olá” parecer-lhes odioso. Não é necessário ser extrovertido, ou até um grande amante das pessoas, mas tentar ser pelo menos agradável e simpático não causa bolhas ou qualquer outro mal.
Os tempos são ásperos e estresse prevalece, portanto certamente não podemos culpar os funcionários se eles não tiverem vontade de sorrir, mas se a sua empresa estiver sofrendo desta aflição, isso poder ser mais do que desagradável; pode significar que você tem um problema de retenção de mão-de-obra em suas mãos. Quem quer trabalhar em um local triste, não importa o quão alta é a remuneração? Talvez os profissionais de treinamento devam unir-se com seus pares de recurso humanos para bolar uma estratégia de iluminar o humor do ambiente. Naturalmente, o céu proíbe, você não quer cortar a produtividade, mas que tal alguns concursos de anedota do mês ou um quadro em cada andar onde funcionários ponham propagandas divertidas de revistas e jornais? Além da risada, o material compartilhado também poderia estimular novas idéias e criatividade. Uma empresa da área de inovação de Nova York no ano passado levou a idéia a um extremo – em todo lugar que se olhe no escritório existem anedotas compartilhadas que trazem inspiração e entretenimento.
Sentir-se feliz e entretido mais do que ajuda a cultivar um ambiente de trabalho feliz; conserva-se as mentes dos funcionários vigilantes em suas tarefas. Quando você está triste, o cérebro parece atuar inconscientemente em um esforço para escapar e uma espécie de depressão surge. O funcionário infeliz está trabalhando, mas somente fisicamente, no seu interior, ele/ela de fato nunca saiu da cama naquela manhã.
Uma vez por mês faça um concurso da história de serviço de cliente, do erro de operações da empresa, ou da gafe em serviço mais engraçada, além da risada alentadora, pedir aos funcionários para compartilhar aquelas histórias em um ambiente cômodo facilita a digestão dos problemas que levaram aos momentos “engraçados”. Ensine-os a tratar de forma mais construtiva suas frustrações no local de trabalho, e logo eles aprenderão a tratar mais construtivamente o estresse. O processo de compartilhar anedotas em serviço com pares criará mais camaradagem.
O pior é um escritório onde desaprova-se o riso, dizendo que a risada é um sinal de que não estão levando seus empregos a sério. Isso é o que os americanos chamam de bullshit, até médicos riem um bocado no trabalho!
Qual é o grande acordo? Estimular executivos em programas de desenvolvimento de liderança a serem um modelo de alegria junto com eficiência e lhes ensinar táticas para cultivar um ambiente mais calmo, “aberto para dar risadinhas e não gritar de desespero”.
Você está ensinando a equipes de trabalho a rirem em conjunto em tempos estressantes e não puxarem os cabelos uns dos outros? Qual é a sua estratégia para estimular um ambiente de trabalho agradável?
Fonte: www.cpp.com
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