A palavra Andragogia deriva das palavras gregas andros (homem) + agein (conduzir) + logos (tratado, ciência), referindo-se à ciência da educação de adultos, em oposição à Pedagogia, também derivada dos vocábulos gregos paidós (criança) + agein (conduzir) + logos (tratado ou ciência), obviamente referindo-se à ciência da educação de crianças e foi originalmente formulada por um professor alemão, Alexander Kapp, em 1833. Após cair em desuso, o termo reapareceu em 1921 em um relatório do autor alemão Eugene Rosenstock no qual ele argumentou que “a educação adulta necessita de professores especiais, métodos e filosofia”, utilizando o termo andragogia para referir-se coletivamente a essas exigências especiais.

Nas mentes de muitos pesquisadores e praticantes do campo da educação de adultos, a andragogia e o nome de Malcolm Knowles ficaram intrinsecamentemente ligados. Para Knowles, a andragogia tinha como premissa pelo menos quatro suposições cruciais sobre as características de discípulos adultos que são diferentes das suposições sobre discípulos infantis. Um quinto foi acrescentado depois.

1. Auto-conceito: Conforme uma pessoa amadurece o seu auto-conceito move-se de uma personalidade dependente em direção a um ser humano auto-dirigido;

2. Experiência: Conforme uma pessoa amadurece ela acumula um reservatório crescente de experiências que torna-se um recurso crescente da aprendizagem;

3. Prontidão para aprender. Conforme uma pessoa amadurece a sua prontidão para aprender fica orientada cada vez mais às tarefas inerentes aos seus papéis sociais.

4. Orientação para aprendizagem. Conforme uma pessoa amadurece suas perspectivas de tempo evoluem da aplicação futura do conhecimento para a aplicação imediata, e conseqüentemente a sua orientação em direção à aprendizagem centrada em problemas e fatos concretos;

5. Motivação para aprender: Conforne uma pessoa amadurece sua motivação para aprender torna-se interna.

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